Um feixe de luz torneando a esbelta silhueta de uma figura que pousa suavemente sobre o infinito que a plataforma cria com o entorno para onde se direcciona.
Ela espera pelo sonho que a leve longinquamente, fechando os olhos para absorver a calma sinergia de uma ondulação que não lhe pede mais que um sentimento, mais que um único pensamento.Ela respira, inspira, enche inteiramente o peito, sem conhecimento das circunstâncias que a sua liberdade cria. Ela sente o pulsar no seu ventre, nervosismo tornado entusiasmo pelo desconhecimento do que a espera.
Cerra os punhos e o olhar. Não salta, deixa-se discorrer sobre a infinitude da sua imaginação. Abre as mãos, já certa do seu intuito, e permite-se olhar para o caminho que virá.


Sem comentários:
Enviar um comentário