sábado, 19 de setembro de 2009
Rainha mais desejada
sábado, 20 de junho de 2009
Condições
De que vale termos uma vida?
De que vale fazermos algo de nós... se nos podemos desvanecer a qualquer momento?
De que vale viver... se não descobrirmos a razão... a razão de tanto sofrimento, de tanta confusão, de tantos distúrbios dentro de nós, de tanto trabalho... apenas para viver?
E valerá realmente a pena tanta vida vivida... gasta... a tentar sermos algo que nem sabemos se algum dia seremos verdadeiramente?
Valerá, de facto, tentar descobrir a felicidade… se não sabemos se algum dia chegaremos a encontrá-la verdadeiramente?
Mas, por outro lado, se não sabemos o restante tempo que temos… porque não explorá-lo ao máximo com o propósito de encontrarmos aquilo que procuramos com mais alento neste gigantesco e solitário universo?
No entanto, porque havemos de procurar algo que justifique a vida que tomamos… se não se prolongar até à perpetuidade dos tempos?
Valerá procurar a felicidade… se não for eterna essa felicidade... se não possuímos quaisquer garantias de que ela nos acompanhe até à nossa meta final, sequer?
E, portanto, se essa felicidade não é imortal, tal como nós não somos… que razão temos nós para viver?
De que vale viver... se não for eternamente?
…
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Ódio
Odeio aqueles sentimentos capazes de dar cabo de nós durante uma vida inteira.
Musa
sábado, 16 de maio de 2009
(Re)Conhecendo-me, avaliando-me... (# 3)
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Uma questão de escolha
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Misticismo perdido
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Um cavaleiro das trevas...
• propriedade vocabular para desambiguação.
• -
segunda-feira, 9 de março de 2009
(Re)Conhecendo-me, avaliando-me... (# 2)
Como pode alguém avaliar-se bem, mesmo sendo-lhe dados os instrumentos para tal, se é tão difícil atribuir um valor quantitativo a algo?
Bem, cá vou outra vez.
Desta vez, esta página tem presentes todas as publicações que estavam à espera nas mensagens por escrever. Objectivos, foram vistos e revistos com a professora, em primeiro lugar, já que a confusão era tão grande mas justificada. No final, foram em parte cumpridos. Em situação de teste, parece que ainda careço de profundidade nas minha exortações. É uma pena, já que neste trabalho relativo aos meus objectivos pareço ter ido ao fundo da questão.
Em termos de tempo de análise, o tempo diminuiu, mas parece não ter cumprido aquilo a que se devia propor no segundo objectivo. Sobre o trabalho dos objectivos, já tudo parece ter sido dito (e mais ainda).
Assim, avalio o meu webfólio em 16 valores, talvez 17.
Quanto aos testes, oral e escrito, penso que também tudo já foi dito, se bem que gostaria ainda de discutir os meus erros, se assim for possível.
E deixa-lhe aqui o seu aprendiz um beijo de agradecimento.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Pensar Vergílio Ferreira
Haja dias em que não nos apetece ler algo que nos ocupe tempo, cabeça, esforço, haja dias em que realmente um policial ou uma anedota nos contente, haja dias em que o individualismo se dissipe. Mas realmente, que não sejam todos os dias.
Vergílio Ferreira diz que o mistério da individualidade de um livro é melhor que qualquer coisa. Não haja dúvidas quanto a isto. A exposição dos livros não nos permite mais termos a nossa própria avaliação destes, racional ou emocional, sendo que mesmo outras opiniões podem influenciar a nossa própria. Há alguma vez que, vendo um qualquer livro ou filme exposto ou anunciado numa qualquer rua, estando acompanhados, não perguntemos ao nosso acompanhante qual a sua opinião sobre tal assunto, antes que possamos ter a nossa visão pessoal, antes de podermos ter sequer tempo de comparar o nosso ponto de vista?
Não só os filmes, mas também o mistério do livro se perde com o aparecimento da imprensa, pois ao divulgar considerações e segredos, revelam-no inevitavelmente, muitas vezes tirando-nos o apetite de o avaliarmos nós próprios, de o termos na mão por um segundo que seja.
E, tal como esta leitura individualizada que se perde, também a magia da leitura exteriorizada se parece perder aos poucos para Vergílio Ferreira. De facto, cada vez menos as pessoas “desperdiçam” o seu tempo numa catedral ou cinema, pelo estranho prazer que parecem encontrar na animalidade das grandes multidões encontradas em estádios, supermercados ou centros comerciais.
Mas será esta perda da comunidade num cinema, como ele próprio diz, que faz perder a magia deste? Acredito que, mais que o prazer de estar em comunidade, em primeiro lugar deve estar o prazer de apreciar o filme, sejam as galerias e cadeiras monótonas ou as pessoas escassas, porque, mais do que com quem se vê é onde se vê, e realmente é perdida a magia do cinema quando se vê um simples vídeo num simples sofá, onde se pode interromper a qualquer segundo esse deleite.
Poder-se-á dizer também que se perde o sagrado de uma oração quando esta é feita em privado? A nossa fé, a nossa cristandade (e entenda-se “nossa” pela do catolicismo) é, de facto baseada na vida em comunidade, e a eucaristia é um bom exemplo desse aspecto, pois é o espaço, quer de lugar, quer de tempo, onde partilhamos a nossa fé. Mas seria essa fé conjunta possível, se não houvesse uma fé individualizada? Teria valor uma oração lida em conjunto, se não tiver valor lida individualmente?
Pensar o livro. Mais do que um desejo, uma obrigação. Partilhar o livro. Mais do que uma obrigação, um desejo.
Agora poderei avaliar a minha avaliação da avaliação de Vergílio.Tinha liberdade para este trabalho, no sentido único que era a minha interpretação. Penso que pensei cada coisa a fundo, pelo menos ao fundo do meu ver. A visão é totalmente pessoal, pois se o não fosse, seria contraditório ao meu texto. Não demorei muito tempo para o analisar, o texto proporcionado, nem escrever, o texto acima, tendo demorado cerca de uma hora, para ambos. Claro está, necessitei de ler o texto algumas vezes, fosse para uma leitura mais interpretativa, fosse para tirar notas. No entanto, a análise está melhor, penso eu, em termos de compreensão de textos, aqui já me referindo igualmente ao teste para avaliação realizado na passada quarta-feira. Em termos de estrutura, penso que continua bom como o habitual. Avaliá-lo-ia em 16 valores, isto porque me parecem ainda ter escapado possíveis pormenores na interpretação, que me foram "revelados" pelo meu irmão.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Um mestre das interpretações...
• ritmo de leitura longo;
• apropriação textual superficial.
Cartas a jogar:
• cronometração do tempo de análise, em casa, fora de situação de teste;
• realizar uma reflexão ou dissertação sobre um texto anteriormente dado, sem quaisquer conhecimentos sobre este.
